quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mais e mais dicas

Achei um site super bacana de português, lá ensinam, e dão testes online, exercícios.
Quem precisa de ajuda em português tem que conferir.


http://www.soportugues.com.br



Distinção entre Vocativo e Aposto


- O vocativo não mantém relação sintática com outro termo da oração.
Por Exemplo:
Criançasvamos entrar.
 Vocativo
- O aposto mantém relação sintática com outro termo da oração.
Por Exemplo:
A vida de Moisés, grande profeta, foi filmada.
            Sujeito             Aposto

Créditos ao site http://www.soportugues.com.br

Aposto


Aposto é um termo que se junta a outro de valor substantivo ou pronominal para explicá-lo ou especificá-lo melhor. Vem separado dos demais termos da oração por vírgula, dois-pontos ou travessão.
Por Exemplo:
Ontem, Segunda-feira, passei o dia com dor de cabeça.
Segunda-feira é aposto do adjunto adverbial de tempo ontem. Dizemos que o aposto é sintaticamente equivalente ao termo a que se relaciona porque poderia substituí-lo. Veja:
Segunda-feira passei o dia com dor de cabeça.
Obs.: após a eliminação de ontem, o substantivo Segunda-feira assume a função de  adjunto adverbial de tempo.
Veja outro exemplo:
Apreciotodos os tipos de música:MPB, rock, blues, chorinho, samba, etc.
Objeto DiretoAposto do Objeto Direto

Se retirarmos o objeto da oração, seu aposto passa a exercer essa função:
AprecioMPB, rock, blues, chorinho, samba, etc.
Objeto Direto

Obs.: o termo a que o aposto se refere pode desempenhar qualquer função sintática (inclusive a de aposto).
Por Exemplo:
Dona Aida servia o patrão, pai de Marina, menina levada.
Analisando a oração, temos:
pai de Marina = aposto do objeto direto patrão.
menina levada = aposto de Marina.

Classificação do Aposto
De acordo com a relação que estabelece com o termo a que se refere, o aposto pode ser classificado em:
A Ecologia, ciência que investiga as relações dos seres vivos entre si e com o meio em que vivem,adquiriu grande destaque no mundo atual.
A vida humana se compõe de muitas coisas: amor, trabalho, ação.
Vida digna, cidadania plena, igualdade de oportunidades, tudo isso está na base de um país melhor.
Seus olhos, indagadores holofotes, fixaram-se por muito tempo na baía anoitecida.
Drummond e Guimarães Rosa são dois grandes escritores, aquele na poesia e este na prosa.
Ela correu durante uma hora, sinal de preparo físico.
Além desses, há o aposto especificativo, que difere dos demais por não ser marcado por sinais de pontuação (vírgula ou dois-pontos). O aposto especificativo individualiza um substantivo de sentido genérico, prendendo-se a ele diretamente ou por meio de uma preposição, sem que haja pausa na entonação da frase:
Por Exemplo:
O poeta Manuel Bandeira criou obra de expressão simples e temática profunda.
A rua Augusta está muito longe do rio São Francisco.

Atenção:
Para não confundir o aposto de especificação com adjunto adnominal, observe a seguinte frase:


A obra de Camões é símbolo da cultura portuguesa.
Nessa oração, o termo em destaque tem a função de adjetivo: a obra camoniana. É, portanto, um adjunto adnominal.

Observações:
1) Os apostos, em geral, detacam-se por pausas, indicadas na escrita, por vírgulas, dois pontos ou travessões. Não havendo pausa, não haverá vírgulas.
Por Exemplo:
Acabo de ler o romance A moreninha.
2) Às vezes, o aposto pode vir precedido de expressões explicativas do tipo: a saberisto épor exemplo, etc.
Por Exemplo:
Alguns alunos, a saberMarcos, Rafael e Bianca não entraram na sala de aula após o recreio.
3) O aposto pode aparecer antes do termo a que se refere.
Por Exemplo:
Código universal, a música não tem fronteiras.
4) O aposto que se refere ao objeto indireto, complemento nominal ou adjunto adverbial pode aparecer precedido de preposição.
Por Exemplo:
Estava  deslumbrada com  tudo: com a aprovação, com o ingresso na universidade, com as  felicitações.
Créditos ao site http://www.soportugues.com.br


Vocativo

Vocativo é um termo que não possui relação sintática com outro termo da oração. Não pertence, portanto, nem ao sujeito nem ao predicado. É o termo que serve para chamar, invocar ou interpelar um ouvinte real ou hipotético.  Por seu caráter, geralmente se relaciona à segunda pessoa do discurso. Veja os exemplos:

Não fale tão alto, Rita!
                             Vocativo

Senhor presidente, queremos nossos direitos!
  Vocativo

A vida, minha amada, é feita de escolhas.
              Vocativo

Nessas orações, os termos destacados são vocativos: indicam e nomeiam o interlocutor a que se está dirigindo a palavra.
Obs.: o vocativo pode vir antecedido por interjeições de apelo, tais como ó, olá, eh!, etc.
Por Exemplo:

Ó Cristo, iluminai-me em minhas decisões.
Olá professora, a senhora está muito elegante hoje!
Eh! Gente, temos que estudar mais.

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dúvidas frequentes

"Bi-campeão" ou "bicampeão"?

Os prefixos uni, bi, tri, etc. NUNCA provocam hífen.
Exemplos: unilateral, bicampeão, tricampeão, tetracampeão, etc.


Postado por Isabella

Predicativo do sujeito.

É o termo ou expressão que complementa o sujeito, conferindo-lhe ou um atributo ou uma referência.
O predicativo do sujeito apresenta duas características básicas:
• Acompanha verbo de ligação
• Pertence ao predicado nominal

A formação do predicativo do sujeito pode ser feita através de um substantivo, ou adjetivo, ou pronome, ou numeral, ou ainda uma oração substantiva predicativa.

Exemplos:

- As crianças pareciam envergonhadas aos olhos do viajante.
... (Predicativo: adjetivo)

- Paciência e respeito são virtudes ignoradas nos dias de hoje.
... (Predicativo: substantivo)

- O meu medo sempre foi que ela me encontrasse aqui.
... (Predicativo: oração substantiva adjetiva)

A forma mais prática de se identificar o predicativo do sujeito é excluir o verbo da oração e verificar se continua a existir uma unidade de sentido.

Exemplo:


- O verão foi chuvoso, o outono frio!
... (Houve a exclusão do verbo de ligação, mantendo a unidade significativa: "O outono foi frio.")

Postado por Isabella

sábado, 5 de novembro de 2011

Aprenda primeiro a falar corretamente o português.

Acho engraçado as pessoas que adoram dizer " eu sou poliglota, sei falar inglês, francês, etc" só que nem sabe falar corretamente a sua língua local. Antes de fazer cursos de outras línguas, faça primeiro um curso de português !



Mais dicas

Achei um site que ajuda a criança a se familiarizar com as letras.
Para quem quiser ensinar alguma criança a ler, isso vai ajudar muito.
http://www.bebele.com.br/


Esse site aqui serve para quem tem preguiça de conjugar os verbos.
http://linguistica.insite.com.br/mod_perl/conjugue
Claro que na hora de alguma prova ele não poderá te ajudar. Que pena, néh?! :(


Dicas de redação.

Essas regrinhas são muito úteis principalmente para quem vai prestar vestibular. 
Aqui vão elas:


Uso do vocabulário

- Seja direto e use linguagem simples, clara. O uso de termos dos quais você não tem segurança podem comprometer a compreensão do seu texto.
- Evite palavras científicas, elas podem conter um significado muito específico e não se adequarem ao contexto em que você as aplicou.
- Não use figuras históricas a menos que seja indispensável, pois caso você se engane a respeito de alguma informação sobre aquela pessoa você estará prejudicando a verossimilhança do texto.
- Evite os lugares comuns, conhecidos também como âncoras, clichês, etc. São palavras, expressões ou frases usadas anteriormente por outras pessoas ou por você e que se tornaram conhecidas.
- Nunca use gírias ou figuras de linguagem. Dessa maneira você pode não ser claro quanto ao conteúdo da sua redação.
- Evite ao máximo, semelhanças com a oralidade. Lembre-se que quando escrevemos uma redação (especialmente no vestibular) devemos obedecer às normas da língua.
- Não use expressões do tipo “eu acho”, “eu penso”, “eu sinto” ou semelhantes.




Uso da Pontuação
- Evite o excesso de vírgulas. Só as use quando for realmente necessário, pois caso o texto possua pausas desnecessárias, além de comprometer o ritmo e a continuidade do texto, comprometerá também a coerência textual.
- Não faça períodos longos demais, mas não exagere nos pontos, de maneira que o seu texto se torne uma ladainha. É necessário o devido equilíbrio. Estude o uso adequado do ponto final.
- Evite os sinais de pontuação cujo uso você não domina. A exclamação, as reticências, as aspas, o ponto e vírgula e os dois pontos são sinais que podem ser evitados caso haja uma insegurança quanto ao uso. Contudo, o uso correto desses sinais pode enriquecer o texto e torná-lo mais compreensível, auxiliando não só a construção do texto como a compreensão do mesmo.
- Caso haja algum diálogo, é ideal o uso dos sinais que o caracterizam: dois pontos e travessão.




Paragrafação
- Marque o tamanho do parágrafo e siga esta marcação até o final do seu texto.
- Não deixe espaços vazios nas laterais das linhas pois isso pode ser descontado.
- Faça algumas linhas a mais do que foi pedido sempre, mas não se exceda e respeite os limites da folha de redação.
- Comece parágrafos, frases e nomes próprios com letra maiúscula.
- A sua redação deve ser limpa, com uma letra legível.
- Evite rasuras mas caso aconteça coloque entre parênteses e repita a(s) palavra(s) rasurada(s).
- Só coloque título na sua redação se a proposta lhe exigir isso, caso contrário NUNCA esqueça de marcar a proposta que você escolheu.
- Não é permitido carinhas, corações ou bolinhas em cima do i, o que você deve colocar é apenas um pingo. O mesmo vale para o ponto final.




Antes de escrever o texto
- Leia atentamente a proposta, caso seja necessário leia mais de uma vez.
- Faça uma lista dos tópicos com os seus conhecimentos a respeito do assunto.
- Separe os tópicos entre a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
- Use os tópicos para escrever o texto.
- Leia o texto e retire ou acrescente o que for necessário.
- Observe novamente a proposta para ter certeza de que não está fugindo ao tema.
- Reescreva e releia o texto, fazendo uma breve correção.
- Depois de corrigir os erros enxergados por você, passe a redação a limpo e não modifique mais nada.


Regras Ortográficas

Tipo de palavra ou sílabaQuando acentuarExemplos (como eram)Observações
(como ficaram)
Proparoxítonassempresimpática, lúcido, sólido, cômodoContinua tudo igual ao que era antes da nova ortografia.
Observe:

Pode-se usar acento agudo ou circunflexo de acordo com a pronúncia da região: acadêmico, fenômeno (Brasil) académico, fenómeno (Portugal).
ParoxítonasSe terminadas em: R, X, N, L, I, IS, UM, UNS, US, PS, Ã, ÃS, ÃO, ÃOS; ditongo oral, seguido ou não de S
fácil, táxi, tênis, hífen, próton, álbum(ns), vírus, caráter, látex, bíceps, ímã, órfãs, bênção, órfãos, cárie, árduos, pólen, éden.
Continua tudo igual.
Observe:
1) Terminadas emENS não levam acento: hifens, polens.
2) Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: sêmen, fêmur (Brasil) ou sêmen, fémur (Portugal).
3) Não ponha acento nos prefixo paroxítonos que terminam em R nem nos que terminam emI: inter-helênico, super-homem, anti-herói, semi-internato.
OxítonasSe terminadas
em: A, AS, E, ES, O, OS, EM, ENS
vatapá,
igarapé, avô, avós, refém, parabéns
Continua tudo igual.
Observe:
1. terminadas em I,ISUUS não levam acento: tatu, Morumbi, abacaxi.
2. Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: bebê, purê(Brasil); bebé, puré(Portugal).
Monossílabos tônicos (são oxítonas também)terminados em A, AS, E,
ES, O,OS
vá, pás, pé, mês, pó, pôsContinua tudo igual.
Atente para os acentos nos verbos com formas oxítonas: adorá-lo, debatê-lo, etc.
Í e Ú em
palavras oxítonas e paroxítonas
Í e Ú levam acento se estiveremsozinhos na sílaba (hiato)saída, saúde, miúdo, aí, Araújo, Esaú, Luís, Itaú, baús, Piauí1. Se o i e u forem seguidos de s, a regra se mantém: balaústre, egoísmo, baús, jacuís.
2. Não se acentuam iu se depois vier 'nh': rainha, tainha, moinho.
3. Esta regra é nova: nasparoxítonas, o i e unão serão mais acentuados se vierem depois de um ditongo: baiuca, bocaiuva, feiura, maoista, saiinha (saia pequena), cheiinho (cheio).
4. Mas, se, nasoxítonas, mesmo com ditongo, o i e uestiverem no final, haverá acento: tuiuiú, Piauí, teiú.
Ditongos abertos em palavras paroxítonasEI, OI,idéia, colméia, bóiaEsta regra desapareceu (para palavras paroxítonas).Escreve-se agora: ideia, colmeia, celuloide, boia.
Observe: há casos em que a palavra se enquadrará em outra regra de acentuação. Por exemplo: contêiner, Méier, destróier serão acentuados porque terminam em R.
Ditongos abertos em palavras oxítonasÉIS, ÉU(S), ÓI(S)papéis, herói, heróis, troféu, céu, mói (moer)Continua tudo igual(mas, cuidado: somente para palavras oxítonas com uma ou mais sílabas).
Verbos arguir e redarguir (agora sem trema)arguir e redarguir usavam acento agudo em algumas pessoas do indicativo, do subjuntivo e do imperativo afirmativo.Esta regra desapareceu.
Os verbos arguir e redarguir perderam o acento agudo em várias formas (rizotônicas):
eu arguo (fale: ar-gú-o, mas não acentue); ele argui (fale: ar-gúi), mas não acentue.
Verbos terminados em guar, quar e quiraguar
enxaguar, averiguar, apaziguar, delinquir, obliquar usavam acento agudo em algumas pessoas do indicativo, do subjuntivo e do imperativo afirmativo.
Esta regra sofreu alteração. Observe:.
Quando o verbo admitir duas pronúncias diferentes, usando a ou i tônicos, aí acentuamos estas vogais: eu águo, eleságuam e enxáguam a roupa (a tônico); eu delínquo, eles delínquem (í tônico).
tu apazíguas as brigas; apazíguem os grevistas.
Se a tônica, na pronúncia, cair sobre o u, ele não será acentuado: Eu averiguo (diga averi-gú-o, mas não acentue) o caso; eu aguo a planta (diga a-gú-o, mas não acentue).
ôo, eevôo, zôo, enjôo, vêemEsta regra desapareceu.
Agora se escreve: zoo, perdoo veem, magoo, voo.
Verbos ter e virna terceira pessoa do plural do presente do indicativoeles têm,
eles vêm
Continua tudo igual. 
Ele vem aqui; eles vêm aqui.
Eles têm sede; ela tem sede.
Derivados de ter e vir (obter, manter, intervir)na terceira pessoa do singular leva acento agudo;
na terceira pessoa do plural do presente levam circunflexo
ele obtém, detém, mantém;
eles obtêm, detêm, mantêm
Continua tudo igual.
Acento diferencial
Esta regra desapareceu, exceto para os verbos:
PODER (diferença entre passado e presente.
Ele não pôde ir ontem, mas pode ir hoje.
PÔR (diferença com a preposição por):
Vamos por um caminho novo, então vamos pôr casacos;
TER e VIR e seus compostos (ver acima).
Observe:
1) Perdem o acento as palavras compostas com o verbo PARAR:
Para-raios, para-choque.
2) FÔRMA (de bolo): O acento será opcional; se possível, deve-se evitá-lo: Eis aqui a forma para pudim, cuja forma de pagamento é parcelada.
Trema (O trema não é acento gráfico.)
Desapareceu o trema sobre o U em todas as palavras do português: Linguiça, averiguei, delinquente, tranquilo, linguístico.
Exceto as de língua estrangeira: Günter, Gisele Bündchen, müleriano.

Mais musiquinhas :D


Músicas para decorar as preposições ♫♫ ( tirei do 
http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/divirta-estudando/tag/decorar/  lá também tem dicas para outras matérias)


Preposições no ritmo de “Terezinha de Jesus”.
A, ante, até, após,
com, contra, de, desde,
Em, entre, para, per, perante
Por, sem, sob, sobre, trás.
Os alunos da preposição

O áudio não está nada bom.
“Rock educativo” da preposição


Dica de musiquinha

Para decorar quando se deve crasear ou não, vou colocar uma musiquinha.
Bom esse tipo de dica já é bastante velha.
Mas para quem não conhece, la vai. ♫♫♫

           I
Cara a cara
não tem crase
isto é fácil de guardar
com palavra repetida
não se deve “crasear”

            II
Não se deve usar a crase
em casos especiais
com palavras masculinas
ou pronomes pessoais

            III
Dona, senhora, senhorita
fazem caso genial
assanhadas vem e aceitam
o artigo é fatal

             IV
Nome próprio masculino
uma crase aceitará
se com moda ou maneira
antes eu puder falar

              V
Casa própria, a do falante
me rejeita o artigo
e se isso acontece
 “crasear” eu não consigo

              VI
Se há um complemento
e é nominal
é só ter o feminino
e praticar normal

             VII
Objeto, indireto
faz um caso decisivo
se ainda vem trazendo
qualquer termo feminino

Uso da crase

Caso
Uso obrigatório
Uso proibitivo
Uso facultativo
Antes de
palavras masculinas




  • Quando estiver implícito “à moda de”:móveis à Luís 15;




  • Quando subentendido termo feminino:
    vou à [praça]João Mendes

    Viajar a convite,
    traje a rigor,
    passeio a pé,
    sal a gosto,
    TV a cabo,
    barco a remo,
    carro a álcool etc.
    Antes de verbos
    Disposto a colaborar.
    Antes de pronomes
    Antes da maior parte deles:
    Disse a ela que não virá; nunca se refere a você.
    Pronomespossessivos:
    Enviou a carta à sua família.Enviou a carta a sua família.
    Quando "a" vem
    antes de plural
    A pesquisa não se refere a mulheres casadas.
    Expressões formadas
    por palavras repetidas
    Cara a cara; ponta a ponta frente a frente; gota a gota.
    Depois de
    "para",

    "até",
    "perante",
    "com",
    "contra"
    outras
    preposições
    O jogo está marcado para as 16h; foi até a esquina; lutou contra as americanas.
    Antes de
    cidades,
    Estados,
    países





  • Foi à Itália (voltouda Itália).




  • Chegou à Paris dos poetas (voltouda Paris dos poetas).






  • Foi a Roma (voltou deRoma).




  • Foi a Paris (voltou deParis).

    Locuções adverbiais, conjuntivas ou prepositivas de base feminina
    Às vezes,
    às pressas,
    à primeira vista,
    à medida que,
    à noite,
    à custa de,
    à procura de,
    à beira de,
    à tarde,
    à vontade,
    às cegas,
    às escuras,
    às claras, etc.

    Locuçõesfemininas de meio ou instrumento:
    À vela/a vela;
    à bala/a bala;
    à vista/a vista;
    à mão/a mão. (Prefira crase quando for preciso evitar ambiguidade: Receber à bala).
    Aquele,
    aqueles,
    aquilo,aquela,
    aquelas





  • Referiu
    -se àquilo;



  • Foi àquele restaurante;



  • Dedicou-se àquela tarefa.

    Com demonstrativo
    “a”




  • A capitania de Minas Gerais estava ligada à de São Paulo;




  • Falarei às quequiserem me ouvir.